Clínica Orthos • São Lourenço – MG

Densitometria óssea em São Lourenço – MG

Exame por DXA para medir a densidade mineral dos ossos, auxiliar no diagnóstico da osteoporose, estimar o risco de fraturas em conjunto com fatores clínicos e acompanhar a saúde óssea ao longo do tempo.

Exame rápido Não invasivo Baixa dose de radiação Coluna e quadris
Saúde óssea

O que é densitometria óssea?

A densitometria óssea é um exame que utiliza absorciometria por raios X de dupla energia, conhecida pela sigla DXA (ou DEXA), para medir a densidade mineral óssea (DMO).

Na avaliação convencional de adultos, as regiões mais estudadas são a coluna lombar e os quadris. Em situações específicas, o antebraço também pode ser analisado.

O resultado ajuda o médico a reconhecer perda de massa óssea, classificar densidade óssea quando os critérios são aplicáveis, integrar o risco de fratura e acompanhar mudanças ao longo do tratamento ou do envelhecimento.

Indicações

Quem deve fazer densitometria óssea?

A indicação depende da idade e dos fatores de risco. Segundo as posições oficiais da International Society for Clinical Densitometry (ISCD), o exame é recomendado em grupos com maior probabilidade de perda óssea ou fratura.

65+

Mulheres a partir de 65 anos

Mulheres com 65 anos ou mais estão entre os grupos em que a avaliação da densidade mineral óssea é indicada.

70+

Homens a partir de 70 anos

Homens com 70 anos ou mais também têm indicação de avaliação densitométrica, mesmo na ausência de sintomas.

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Adultos mais jovens com fatores de risco

O exame pode ser indicado antes dessas idades quando há fatores associados a perda de massa óssea ou maior risco de fraturas.

Exemplos de situações que justificam investigação

  • Fratura por fragilidade ou trauma de baixa energia.
  • Baixo peso corporal ou outros fatores clínicos relevantes.
  • Doenças associadas à perda de massa óssea.
  • Uso de medicamentos que podem acelerar perda óssea, como glicocorticoides em determinadas situações.

O exame também pode ser usado para

  • Avaliar pacientes nos quais se considera iniciar tratamento para osteoporose.
  • Acompanhar resposta terapêutica quando a repetição do exame puder modificar a conduta.
  • Investigar perda óssea em contexto clínico compatível.
  • Complementar uma avaliação global do risco de fraturas.

Importante: idade, densidade óssea e risco de fratura não são a mesma coisa. A necessidade do exame deve ser individualizada conforme histórico, doenças, medicamentos e fraturas prévias.

Passo a passo

Como é feito o exame?

A densitometria é um exame ambulatorial, não invasivo e indolor. O paciente permanece deitado enquanto o equipamento realiza as medidas.

Posicionamento

O paciente é posicionado na mesa do densitômetro de acordo com a região que será analisada.

Aquisição

O braço detector passa sobre a região estudada, utilizando baixa dose de radiação ionizante.

Medição da DMO

O sistema calcula a densidade mineral óssea nas áreas selecionadas, habitualmente coluna lombar e quadris.

Interpretação

Os valores são analisados em conjunto com T-score ou Z-score, conforme idade, sexo e situação clínica.

A duração varia conforme o protocolo e as regiões avaliadas, mas o exame costuma ser concluído em poucos minutos. Durante a aquisição, é importante permanecer imóvel para reduzir artefatos.

Entendendo o laudo

T-score e Z-score: qual é a diferença?

Os dois índices comparam a densidade mineral óssea do paciente com populações de referência, mas não são utilizados da mesma forma.

T

T-score

É o índice preferencial para a classificação densitométrica em mulheres após a menopausa e em homens com 50 anos ou mais.

Ele compara a DMO com a referência de adultos jovens no pico de massa óssea.

Z

Z-score

É preferido em mulheres antes da menopausa, homens com menos de 50 anos e tem papel central na avaliação pediátrica.

O Z-score compara o resultado com pessoas de faixa etária e características de referência semelhantes.

Classificação densitométrica pelo T-score

Faixa T-score Interpretação densitométrica
Normal ≥ −1,0 Densidade mineral óssea dentro da faixa considerada normal pelos critérios densitométricos.
Baixa massa óssea Entre −1,0 e −2,5 Faixa frequentemente chamada de osteopenia. Ela não significa, por si só, alto risco de fratura.
Osteoporose ≤ −2,5 Critério densitométrico de osteoporose quando aplicado à população apropriada e a sítios validados.

Para Z-score: valores ≤ −2,0 são descritos como “abaixo da faixa esperada para a idade”. Valores acima de −2,0 são descritos como “dentro da faixa esperada para a idade”. Em homens com menos de 50 anos, o diagnóstico de osteoporose não deve ser feito apenas com base na densidade mineral óssea.

Antes do exame

Como se preparar para a densitometria?

O preparo costuma ser simples. Algumas medidas ajudam a evitar interferências e tornar o exame mais confiável.

1

Alimentação

Em geral, não é necessário jejum e o paciente pode se alimentar normalmente.

2

Suplemento de cálcio

Evite suplementos de cálcio nas 24 horas anteriores ao exame, salvo orientação específica do seu médico.

3

Roupas e objetos metálicos

Prefira roupas confortáveis e, se possível, sem zíperes, fivelas ou peças metálicas na região estudada.

4

Contraste ou bário recentes

Avise a equipe se realizou recentemente tomografia com contraste, exame com bário ou estudo com radioisótopos.

5

Possibilidade de gravidez

Informe a equipe antes do exame se houver possibilidade de gestação.

6

Leve exames anteriores

Quando houver densitometrias prévias, leve os laudos e imagens disponíveis para facilitar a comparação longitudinal.

As orientações de preparo podem variar conforme o protocolo e a situação clínica. Em caso de dúvida, confirme as instruções com a equipe da Orthos antes do exame.

Acompanhamento

De quanto em quanto tempo é preciso repetir a densitometria?

Não existe um intervalo único que sirva para todos os pacientes.

A repetição deve ser definida de acordo com a densidade óssea inicial, idade, fatores de risco, presença de doenças ou medicamentos que acelerem a perda óssea, início ou mudança de tratamento e probabilidade de que um novo resultado altere a conduta.

Em acompanhamento, pequenas diferenças entre exames podem decorrer de posicionamento e variabilidade técnica. Por isso, a comparação deve considerar a menor mudança significativa (LSC) do serviço.

Para comparações seriadas

  • Dê preferência ao mesmo equipamento quando possível.
  • Compare valores de DMO, não apenas a mudança isolada do T-score.
  • Considere a precisão e o LSC do serviço.
  • Evite concluir “perda” ou “ganho” ósseo com base em diferenças menores que a variação técnica esperada.
Clínica Orthos

Densitometria óssea em São Lourenço

A Clínica Orthos realiza densitometria óssea em São Lourenço – MG com tecnologia GE Lunar Prodigy, integrada ao cuidado da saúde óssea e à avaliação de pacientes com osteoporose, baixa massa óssea e fatores de risco para fraturas.

O exame pode ser agendado diretamente com a equipe da clínica pelo WhatsApp.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre densitometria óssea

Densitometria óssea dói?

Não. O exame é não invasivo e indolor. O paciente permanece deitado enquanto o equipamento realiza as medidas.

Precisa estar em jejum?

Em geral, não. A alimentação pode ser mantida normalmente. Uma orientação frequente é evitar suplementos de cálcio nas 24 horas anteriores.

Quanto tempo demora o exame?

A duração depende do protocolo e das regiões avaliadas, mas normalmente a aquisição é rápida e concluída em poucos minutos.

Qual a diferença entre osteopenia e osteoporose?

Em mulheres pós-menopausa e homens com 50 anos ou mais, o T-score entre −1,0 e −2,5 corresponde a baixa massa óssea, frequentemente chamada de osteopenia. T-score ≤ −2,5 pode preencher critério densitométrico para osteoporose quando aplicado aos sítios e à população apropriados.

Toda pessoa com osteopenia vai ter fratura?

Não. A densidade mineral óssea é apenas um dos componentes do risco. Idade, histórico de fraturas, quedas, doenças, medicamentos e outros fatores clínicos também precisam ser considerados.

É melhor repetir o exame sempre no mesmo aparelho?

Sim, quando possível. Medidas obtidas em equipamentos diferentes não devem ser comparadas diretamente sem adequada calibração cruzada. Para acompanhamento, utilizar o mesmo equipamento melhora a consistência da comparação.

Gestante pode fazer densitometria?

Como o exame utiliza radiação ionizante, qualquer possibilidade de gravidez deve ser informada antes da realização. A equipe médica avaliará a necessidade e a segurança do procedimento.

Como agendar densitometria óssea na Orthos?

O agendamento pode ser feito pelo WhatsApp da Clínica Orthos no número (35) 98831-9607.

Referências

Fontes técnicas

  1. International Society for Clinical Densitometry (ISCD). Official Adult Positions 2023 .
  2. RadiologyInfo.org — American College of Radiology / Radiological Society of North America. Bone Density Scan (DEXA or DXA) .

Conteúdo informativo. A interpretação da densitometria e a decisão sobre investigação, prevenção ou tratamento devem considerar a avaliação clínica individual.